terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Carnaval, benção ou maldição

O que pensar do carnaval? De um lado, extremistas que dizem ser uma festa amaldiçoada, de outro, pessoas que cometem os piores excessos, de todos os tipos.
Somos sabedores de que a egrégora espiritual presente nesta data é saturada de fluidos de uma natureza espiritual com baixas vibrações, e que podem poluir nosso espírito se não somos vigilantes.
Paro e olho os dois lados e não fico com nenhum. Fico no meio, pois não concordo com excessos, mas não concordo em tornar o povo mais triste e deprimido do que já é.
Carnaval também e sinônimo de festa, alegria, cultura, arte. Repare nos sorrisos no rosto dos foliões quando caem na avenida, a beleza das escolas de samba mostrando o resultado do trabalho de um ano todo, e o esforço de muitas pessoas.
Criatividade de muitos que pensam desde as roupas até a música que embala a festa. Alegria, felicidade de ver sua escola de samba na avenida.
Quantas pessoas tem neste momento único em suas vidas a oportunidade de mostrar o quão belas coisas podem produzir, o quanto são valorizadas no seu trabalho pela sua escola, algo que a grande maioria do povo nunca imagina ter, pois passam um ano todo dentro de empresas, acordando de madrugada pra pegar 2 ou 3 ônibus para se dirigir ao seu trabalho, todos os dias, pra ganhar uma miséria, enfrentar todo tipo de dificuldade, desde uma consulta médica, que por sinal é bem difícil, uma internação hospitalar é algo de outro mundo, até falar de segurança pública, a falta de lazer nas nossas cidades, e tantas outras misérias de nós, seres humanos comuns, normais.
Pergunto: É melhor deixar o povo deprimido dentro de casa ou proporcionar, nem que seja por 4 ou 5 dias, uns momentos de alegria e prazer?
E como tudo tem dois lados, segue aqui também as palavras de Emmanuel sobre o carnaval, pela psicografia de Chico Xavier. Em face de tudo isso, tire você mesmo a melhor conclusão sobre o assunto.
Leiam e colaborem com as égides superiores, em minimizar os efeitos, causados pela turba dementada que busca através destes dias, fugir à realidade da vida e aos divinos propósitos, fundamentados nas leis da regeneração do progresso e da elevação da humanidade.
Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.
É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização.
Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.
Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.
Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras.
Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.
É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloquente atestado de sua miséria moral.
Emmanuel
Psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier em Julho de 1939 / Revista Internacional de Espiritismo, Janeiro de 2001.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Quais os reais benefícios de ir a uma Tenda tomar um passe?


Pelos questionamentos feitos pelos nossos irmãos, esclarecemos que o simples fato de ir a uma Tenda de Umbanda tomar um passe, traz inúmeros benefícios aquele que assim o faz. Passemos a listar alguns deles:

  • Quando adentramos um templo umbandista, ao passar pelos limites do portão material, também existe uma espécie de portão espiritual, assim podemos dizer para nos fazer entender. Ali, se aquele que busca ajuda no templo, estiver acompanhado por algum espírito obsessor, este já é recolhido aos domínios dos Exus guardiões da Tenda, e se for do merecimento e da vontade maior que a pessoa fique livre deste, assim já acontece.
  • No rito da defumação realizada já no interior do templo, todas as larvas astrais, miasmas e todas impurezas espirituais que a pessoa possa estar sendo vítima, seja pelo fato da poluição espiritual dos ambientes que frequentamos, acompanhamento de espíritos de baixa vibração, ou vítimas de magias negativas, são imediatamente destruídas.
  • O fato de estar dentro da Tenda nos coloca em contato com as energias espirituais que circulam no templo, energias estas manipuladas pelos Guias espirituais, mesmo não estando incorporados em seus médiuns, e nos banham com estas energias que agem em nosso favor, além daqueles espíritos amigos que nos circulam e sentem nossas necessidades.
  • Estando nosso pensamento e concentração naquele momento direcionados a Deus e a espiritualidade maior, passamos a vibrar diferente, o que nos traz inúmeros benefícios, sejam mentais, espirituais e físicos.
Não falando aqui do que acontece no momento do passe espiritual ministrado pelo Guia espiritual, seja Caboclo, Preto-Velho, Criança ou qualquer outro, listamos alguns benefícios que acontecem apenas pelo simples motivo de entrar em uma Tenda, participar da defumação, e sentar e aguardar sua vez de tomar o passe. A Umbanda é uma religião mágica, que além de tudo isso, conta com a magia do ritmo em nosso benefício, movimentando energias, através do toque do atabaque, a magia das velas,dos vegetais manipulados pelos Guias e tantas outras.
Assim, não é apenas pelo fato de tomar o passe e se consultar com um Guias que fará com que sejamos ajudados, mas ir a uma Tenda de Umbanda e entrar em sua egrégora já faz parte deste ato.
Em uma próxima publicação, colocaremos algo sobre o passe.
Um fraternal saravá e um grande abraço, com votos de saúde e paz.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Última chamada para nosso breve curso

Saudações caros irmãos.
É com grande alegria e satisfação que fizemos este convite a todos que queiram participar deste breve apanhado sobre a religião de Umbanda.
Será um encontro de uma tarde, ou seja, uma breve introdução sobre a religião de Umbanda, além de um bate papo com convidados, como a psicóloga Neidiana Santos, que estará nos brindando com uma palestra.
Nos sentiremos honrados com sua presença, você que é Umbandista ou apenas simpatizante da religião, ou quer saber um pouco mais sobre esta religião nascida em solo brasileiro, idealizada pelo sagrado para nós, brasileiros.
Sem mais delongas, se você quiser saber mais sobre o curso, clique aqui.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

MPs no Rio vão acompanhar investigações de casos de intolerância religiosa


Os ministérios públicos estadual e federal do Rio de Janeiro vão atuar juntos para acompanhar as investigações de casos de intolerância religiosa no estado. Esta semana, vieram a público dois vídeos nas redes sociais em que traficantes aparecerem coagindo religiosos para destruir imagens em terreiros de religiões de matriz africana. Um caso foi em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e o outro na Ilha do Governador, na zona norte da capital.

Com a repercussão das imagens, que provocou indignação e repúdio, procuradores se reuniram hoje (15) com religiosos para estabelecer as ações. O MPF decidiu instaurar uma notícia-fato para averiguar se há omissão por parte do Poder Público no combate aos crimes. A reunião também teve a participação do secretário Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do governo federal, Juvenal Araújo Júnior.

Entre julho até esta semana, o Disque Combate ao Preconceito, um serviço do governo estadual, recebeu 32 denúncias de intolerância em todo o estado do Rio, dos quais oito ocorreram no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A Secretaria de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos (SEDHMI) tem defendido a criação de uma delegacia específica para registrar corretamente casos e gerar dados estatísticos para mapear os crimes, mas ainda não há previsão de instalar a unidade, segundo a Secretária de Segurança.

Ficou agendada uma nova reunião na próxima terça-feira (19), da qual participarão também representantes do Ministério de Direitos Humanos e da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do estado. “Já há atitudes para que possa ser criado um mecanismo permanente e eficiente da questão de combate à intolerância religiosa”, disse Araújo Júnior.

Vítima de agressões

Quem viveu a experiência de um ataque religioso cobra medidas urgentes de combate ao preconceito. É caso da mãe de santo Conceição D’lissá, do centro de Candomblé Kwe Cejà Gbé, em Duque de Caxias, que foi vítima de reiteradas agressões. Há três anos, o terreiro onde atua foi incendiado e até hoje os responsáveis não foram identificados.

“Eu levei um ano e meio para voltar a fazer uma cerimônia religiosa”, disse a sacerdotisa. “Tudo foi destruído”. O terreiro dela, assim como a própria, já havia sido alvo de tiros. “Carros meus e de filhos de santo já foram incendiados lá dentro. Tudo por intolerância”. Ela diz que fez boletim de ocorrência em todas as situações e ameaças.

A procuradora responsável pelo monitoramento das ações do poder público, Ana Padilha, diz que o Estado tem a obrigação de proteger as vítimas e as casas religiosas. “Esses ataques são intoleráveis em um país laico em que as pessoas têm que respeitar as outras”.

A procuradora centrará as averiguações nos órgãos de segurança e de acolhimento às vítimas dos crimes. “A partir do momento em que há um crescente aumento desse tipo de crime e agressão, algo tem que ser feito, o poder público tem que coibir essa violência”.

Para protestar contra os ataques, pelo 10º ano, a Praia de Copacabana, no domingo (17), recebe a Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa. A previsão é reunir 30 mil pessoas. Entre elas, representantes do candomblé, umbanda, evangélicos, católicos, budistas e muçulmanos.



* Colaboraram Alana Gandra e Isabela Vieira




Fonte:  http://istoe.com.br

domingo, 23 de julho de 2017

Curso "UMBANDA, QUEM ÉS?"

Saudações caros irmãos(as).
É com enorme prazer e satisfação que anunciamos o curso que será ministrado pela Tenda de Umbanda Xangô 7 Raios, intitulado UMBANDA, QUEM ÉS?
Este curso tem a intenção de ser um breve apanhado geral sobre nossa religião, falando dos pontos mais cruciais da Umbanda, na sua prática e também de sua teologia.
Alguns tópicos do curso:
-Os Templos;
-Orixás;
-Oferendas;
-Mediunidade na Umbanda;
-Os Guias de Umbanda, entre outros assuntos.
Este curso não tem intenção de ser formador de médiuns, nem de sacerdotes ou algo do gênero, mas sim, como complementar dos estudos, e até como introdução para aqueles que querem aprender sobre Umbanda.
O curso será ministrado em um único dia, sendo a data de 19 de Novembro o dia do encontro. Certos de que o estudo não para, estaremos disponibilizando um canal on line para dúvidas após o curso, material de apoio, contando com apostila impressa e material digital que também será disponibilizado.
O investimento para o curso será de R$40,00 Reais, que deverão ser pagos até o dia 10 de Novembro, na própria Tenda. O valor se destina apenas em pagar o material que será impresso.
Colocamos aqui um formulário de inscrição para aqueles que tem interesse em participar, para que possamos ter uma ideia do número de participantes para preparação de material.
O horário e local do curso serão enviados com antecedência por e mail e watsapp aos participantes.
Esperamos contar com sua presença, pois Umbanda é uma religião que tem fundamento, é preciso estudar!
Um fraternal saravá.




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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Estudante diz sofrer agressões por intolerância religiosa

SÃO PAULO. O estudante M.M.S., de 15 anos, diz que vem sofrendo agressões em sua escola por causa de sua religião, o candomblé. A denúncia é do pai do adolescente, o aposentado Sebastão da Silveira, de 64 anos, que na semana passada registou Boletim de Ocorrência e na tarde desta quinta-feira procurou o Ministério Público do Estado de São Paulo, pedindo segurança a seu filho.
O pai alega que a causa do bullying sofrido por seu filho é a pregração religiosa feita por uma professora de história da escola estadual Antônio Caputo, em São Bernardo do Campo, na grande São Paulo. Segundo ele, ela dedica os 20 minutos iniciais de suas aulas lendo a Bíblia e rezando, enquanto os alunos são obrigados a ficar de cabeça baixa.
— É essa pregação em sala de aula que está causando a intolência e o bullying contra meu filho. Vivemos num estado laico e não pode haver ensino religioso numa escola estadual — diz Sebastião, que é sacerdote da mesma religião professada por seu filho.
Desde o ano passado, M.M.S. tem sido rejeitado pelos colegas, que o chamam de 'macumbeiro', conta o pai. As agressões se agravaram neste ano, depois que o estudante disse para a professora que estava na aula para aprender história, não religião. A mais grave delas aconteceu mês passado, quando um aluno jogou nas costas de M. uma bola de papel cheia de secreção pulmonar.
— Meu filho me telefonou muito nervoso, pedindo para que eu fosse buscá-lo. Ele não é mais o mesmo, um jovem cheio de interesse, um bom aluno. Não quer mais ir a escola, está retraído e tem tomado remédios para dormir — diz o pai.
Antes de ir à polícia e à promotoria, Sebastião procurou a diretoria da escola e chegou a participar de uma reunião com a professora e a diretora. Segundo ele, a educadora foi instransigente e disse que as orações faziam parte de sua metodologia de ensino.
Para a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, o que aconteceu na escola caracteriza discriminação étnico religiosa, o que é o passível de processo administrativo. A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou por meio de nota que foi criada uma comissão para investigar o caso e não se pronunciará enquanto a enquanto a apuração não for concluída.
A promotora Vera Lúcia Acayaba de Toledo informou que ouvirá nesta sexta-feira a professora, o pai e a diretora da escola, além de uma comissão multidisciplinar para apurar a denúncia e avaliar procedimentos para proteger o adolescente.
— É claro que um educador não pode usar a religião para a educação. Mas ainda não sabemos ao certo o que houve, portanto, os fatos serão apurados pela promotoria — explicou Vera.
Nesta semana a professora de história procurou M.M.S e pediu desculpas. Em sua última aula, não leu a Bíblia nem fez orações.
A presidente da Associação Federativa da Cultura e Cultos Afro-Brasileiros (Afecab) Maria Emília Campi acredita que o que aconteceu em São Bernardo também acontece em outras escolas brasileiras.
— Temos o direito de exercer qualquer religião sem sermos retaliados. Queremos agora preservar a imagem de M. e impedir que isto se repita — completou Maria Emília
Fonte: Jornal O Globo

segunda-feira, 15 de maio de 2017

13 Maio. DIA DE PRETO VELHO


Dia 13 de Maio de 1888, data da abolição da escravatura no Brasil, data esta que não nos cabe tecer comentários, de um ato que talvez tenha sido incompleto, não criando uma política de inclusão social a este povo que então, foi excluído, e tanto contribuiu com sua mão de obra, cultura, religião, e toda uma forma de viver e ver o mundo, ensinando muitas lições.

Nos falaram das coisas do preconceito, das reconquistas, das tradições, nos fazendo abrir nossos ouvidos surdos, e abrindo nossos olhos cegos, para ver e ouvir que tudo na natureza vive, que tudo na natureza vibra, que tudo é AXÉ, força vital que tudo movimenta.

O Preto-Velho na Umbanda é um conselheiro por excelência da gente moça do século que segue. Sua natureza racial expressa naturalmente boa-vontade, paciência, tolerância, mansuetude e alegria que se configuram na música, na dança mágica, vigorosa e jubilosa, no gestual comedido, na fala calma e mansa de quem já compreendeu perfeitamente que a vida é a suprema doação do Grande Ser OLÓRUN ou ZAMBI.
Desencarnados, ampliaram seu seno de observação sobre si mesmos e sobre as pessoas encarnadas da dita sociedade brasileira de consumo, imitadora do Primeiro Mundo.

Originários dos cinco milhões de descendentes dos quais quase um terço optou pela nova e genuína religião implantada no plano físico, no Brasil de 1908.

Aproximaram-se dos sinhozinhos e sinhazinhas através da mediunidade – ponte entre os dois planos – para prestarem favores de alma para alma. Descobriram que este intercâmbio gera moeda de evolução para uns e outros, quando bem sucedido; e esses favores se estendem até o último do desencarne de seus tutelados, na hora extrema, conduzindo-os seguramente aos familiares consanguíneos que foram antes para o plano das emoções e ansiosos aguardam pela chegada dos que aqui ficam.

Convém realçarmos esta relação entre médium, protegidos e almas desencarnadas; além de orientarem no cotidiano seus protegidos que frequentam as casas de Umbanda orientando-os para que sigam um procedimento digno e fraterno para com os semelhantes, os Pretos-Velhos, Caboclos, Boiadeiros, Exus e Pomba-Giras estão atentos e preparados para oferecerem (convém repetirmos) a proteção última ao caminheiro de Umbanda até o temido e enigmático portal da morte, que separa o plano físico do plano astral que se abre para o “outro lado da vida”.



 Fonte de pesquisa: Casa Branca de Omolu
  

Carnaval, benção ou maldição

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